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Saiba quais tipos de tatuagem podem ser removidas

imagem ilustrativa de um médico analisando uma tatuagem
06 maio, 2022

Conheça os mitos e verdades acerca do tratamento a laser para remoção de tatuagem

Não há nada de errado em querer se livrar de uma tatuagem. Embora seja necessário realizar a arte no próprio corpo com responsabilidade, é comum que alguns tipos de tatuagem deixem de fazer sentido em algum momento da vida, tais como nomes de ex-namorados, datas que não remetem mais a bons momentos ou desenhos que não trazem mais o simbolismo de outrora.

A remoção da tatuagem é um dos procedimentos mais frequentemente buscados por pacientes em clínicas estéticas. São vários os tipos de tatuagem que chegam até um consultório para deixar de existir. E é preciso uma avaliação técnica sobre as cores, o tamanho, a qualidade da tinta, o tempo de existência do desenho, entre outros.

Como é feita a remoção da tatuagem?

São muitos os tipos de tatuagem que o procedimento a laser já é capaz de remover, através de um clareamento da pele. Através da aplicação de luz em nanosegundos, com o manuseio de equipamentos específicos, é possível que essa irradiação consiga atingir somente os pigmentos de tinta, preservando a pele.

O laser utilizado por médicos trabalha com um contraste entre a cútis e a tinta, provocando uma espécie de explosão no desenho, que é clareado a cada sessão, até que a pigmentação desapareça. As sessões duram, em média, 30 minutos, e a duração do tratamento pode variar de acordo com a complexidade da tatuagem.

Quais tipos de tatuagem podem ser removidos?

A tecnologia existente hoje já permite que praticamente todos os tipos de tatuagem sejam removidos, mas é evidente que alguns casos podem ser mais complexos do que outros.

Quanto mais clara for a tinta, como a amarela, mais difícil será o procedimento de remoção. Isso se dá pelo fato de o laser agir identificando a cor da pigmentação através do contraste com o tom da pele. Os tipos de tatuagem a serem eliminados também variam de acordo com possíveis mesclas de cores utilizadas pelo tatuador.

Existem alguns mitos sobre o tema, que afirmam que os tipos de tatuagem mais recentes são mais fáceis de serem removidos do que desenhos antigos. Já com relação ao mito da dor, é fato que alguns pacientes apresentam maior sensibilidade do que outros. É possível que a médica utilize cremes anestésicos na região a ser tratada, e o desconforto é perfeitamente suportável.

Mitos sobre a remoção de tatuagem

Existem alguns mitos que cercam esse procedimento, principalmente relativos aos tipos de tatuagem que, supostamente, não podem ser removidos. Hoje é sabido que:

  • É possível remover tatuagens no verão, desde que o paciente evite exposição à luz solar nos primeiros dias;
  • É possível remover tatuagens em peles negras, mas estas necessitarão de um maior número de sessões, em razão do baixo contraste de pigmento da tinta com a pele;
  • É possível remover todos os tipos de tatuagem, das pequenas às maiores.

É possível que pacientes com maior sensibilidade cutânea necessitem ingerir alguns remédios prescritos pela médica – ou realizar a aplicação de cremes ou pomadas. Isso se dá para evitar o ressecamento da pele e a má cicatrização.

Dicas para a remoção de tatuagem

Dentre as principais dicas para a remoção de tatuagem a laser, estão evitar a exposição ao sol nos sete primeiros dias após o tratamento. Embora seja perfeitamente possível realizar o tratamento no verão, a baixa incidência solar no inverno favorece uma cicatrização mais rápida, o que leva muitos pacientes a buscarem pelo procedimento nesta época do ano.

Nunca se esqueça que, independentemente dos tipos de tatuagem a serem removidos – seja amadora, acidental ou profissional –, é extremamente importante recorrer a um profissional capacitado e habilitado, que faça uso de aparelhos de excelência, como o Laser Acroma – Ethera mx.

Ainda tem dúvidas dos tipos de tatuagem que podem ser removidos? Entre em contato conosco!

Fontes:

Sociedade Brasileira de Dermatologia

Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica

Dra. Maria Claudia Luce

Dra. Maria Claudia Luce

Formada em medicina pela Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA) e com residência em dermatologia no Hospital do Servidor Público Estadual (HSPE), a dermatologista Dra. Maria Claudia Luce é membro titular da Sociedade Brasileira de Dermatologia e sócia-proprietária da Clínica Sense.

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